13/08/2009
19/07/2009
13/07/2009
11/07/2009
Vai e vem, anda tudo num vai e vem
para trás e para a frente
para lá e para cá
ao mesmo tempo fico sem perceber bem
para onde vai toda esta gente.
Anda cá, conta-me lá, para onde queres ir,
vais para casa dormir?
Não digas mais nada já percebi,
sei que tens o desejo latente de encontrar
um caminho que te faça bem
Alto lá, sentido!
Vem cá e diz-me aqui ao ouvido
para onde vais, se tens sonhos tais
quais os meus.
Quero meter-me num avião
desembarcar numa qualquer outra estação
viver outra coisa,
entrar noutros vai e vens
noutros cá e para lá
que não sejam sempre a mesma coisa
que não sejam sempre iguais
para trás e para a frente
para lá e para cá
ao mesmo tempo fico sem perceber bem
para onde vai toda esta gente.
Anda cá, conta-me lá, para onde queres ir,
vais para casa dormir?
Não digas mais nada já percebi,
sei que tens o desejo latente de encontrar
um caminho que te faça bem
Alto lá, sentido!
Vem cá e diz-me aqui ao ouvido
para onde vais, se tens sonhos tais
quais os meus.
Quero meter-me num avião
desembarcar numa qualquer outra estação
viver outra coisa,
entrar noutros vai e vens
noutros cá e para lá
que não sejam sempre a mesma coisa
que não sejam sempre iguais
25/05/2009
16/05/2009
01/05/2009
Sapato
Está um sapato a rebolar nas ondas. Rebentam em cima dele como quem lhe quer bater, acabar com o seu destino, tino e existência.
A maré começa a descer e fica ele sozinho na areia virado para as ondas como quem vai começar a andar de encontro a elas. Olhando-as de frente parece quase as querer enfrentar ter a sua desforra, andar por cima delas feito deus, mostrar que não o domam.
Mas vem lá uma , grande e ameaçadora. Foge sapato, para que é que tu serves, para andar, ou fugir, ir de encontro a coisas ou afastares-te delas. Mas estás cansado e encharcado, pesado. Deixas que a onda te apanhe e te rebole, te enrole na areia feito croquete em mãos experientes de avó, só para depois te deixar abandonado, esquecido até à próxima.
roubado com bastante descaradamento do penedo com olhos
deixa estar, pode ser que a cc não se chateie comigo
A maré começa a descer e fica ele sozinho na areia virado para as ondas como quem vai começar a andar de encontro a elas. Olhando-as de frente parece quase as querer enfrentar ter a sua desforra, andar por cima delas feito deus, mostrar que não o domam.
Mas vem lá uma , grande e ameaçadora. Foge sapato, para que é que tu serves, para andar, ou fugir, ir de encontro a coisas ou afastares-te delas. Mas estás cansado e encharcado, pesado. Deixas que a onda te apanhe e te rebole, te enrole na areia feito croquete em mãos experientes de avó, só para depois te deixar abandonado, esquecido até à próxima.
roubado com bastante descaradamento do penedo com olhos
deixa estar, pode ser que a cc não se chateie comigo
29/04/2009
Do you speak my language?
Há dias em que me parece assim.
Parece que ninguém fala a mesma lingua que eu.
Parece que ninguém fala a mesma lingua que eu.
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